sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Namoradas X Videogames II – A missão, o retorno e a reconquista.

Namoradas X Videogames II – A missão, o retorno e a reconquista.

As namoradas também têm tantos botões pra se apertar. Ah, se houvesse um manual explicando como utilizar todos esses recursos... Ou talvez não. Mas enfim:   
Parafraseando Vanessa da Mata: “Ai, ai, ai, ai... Ai, ai, ai, ai, ai, ai...”. 
We like it, like it, like it!




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Namoradas X Videogames

                      NAMORADAS X VIDEOGAMES



Antes de qualquer coisa, uma verdade deve ser revelada: Garotas que curtem videogames são demaisssssssssssssss! Que atire a primeira pedra quem nunca imaginou uma sacanagenzinha sequer com a Chun-li, ou Lara Croft.

Ou melhor, quem nunca imaginou a própria namorada chegando à sala e dizendo:

- Porra! Não acredito que você comprou esse Ibrahimovic! Aff... Tem jogador muito mais barato por ai, dava pra ter comprado dois, nosso time tá sem volante... Vai, dá restart e põe cooperativo ae....

Ou:
- Nossa, essa espada é um lixo. Você tinha que ter feito o upgrade naquela lança. Não me diga que não completou aquele sidequest, por favor...

Ou, melhor:
- Ai, amor, Homem de Ferro 9? Deve ser tão chato. Alugue God of War 12...

Ao invés de:

- Ai, larga esse controle, a gente não ia assistir Comer, rezar, amar hoje?


Garotas deveriam saber – top secret do Clube do Bolinha – sobre aquele velho segredo da conquista:

1 ( A Comparável)
- Então mano, dei uns pegas naquela loira da pedago, show hein...
- Ela tem carro?
- Não.
- Pode crer...

2 (A falta alguma coisa)
- Velho, aquela japinha da veterinária só tem a cara de besta anh... Domina a velha arte do põe, põe, põe fazendo enlouquecer que é uma beleza.
- Mesmo (Desdenho)?  Então, você viu o Palmeiras ontem, fiasco hein?
- Pode crer, foi mesmo, você viu o...

3 (A pertinente)
- Ow Cabral, lembra aquela mina que foi lá em casa ontem?
- Opa.
- Então, viu o PS3 lá e pediu pra tirar uma no Street  IV.
- Tá zuando!?
- Zuando? Joga muuuuuito com a Cammy...
- O doido!!! Você pediu ela casamento, né?
- Ainda não, mas já convidei pra assistir aquele filme com a Cameron Dias amanhã.
- Pode crer...
(Um terceiro amigo entra conversa)
- Cara, ano passado conheci uma bichete de Jornalismo que adorava World of Warcraft, nem acredito que dei mancada... era minha tampa. =/

Boa ação do dia: Garotas – acreditem - querem conquistar aquele menino descoladinho? Finjam gostar/conhecer algum jogo under no universo das garotas, tipo Diablo, Silent Hill, é batata! Façam o teste. (Isso também funciona com bandas descoladas, autores sujos, gibis adultos, mas isso já é papo pra outra crônica).  

Nunca compreendi porque namoradas se estressam tanto com os videogames, sendo que estes são seus maiores aliados.

Situação nº 1: Dos benefícios dos jogos eletrônicos à relação pré-matrimonial.

Na conversa de Sábado com a manicure:

- Mas e ai, dona Carla, com anda o namoro? (lixa a unha)
- Estamos bem.
- Mesmo? Duvido que saiba onde ele está agora. (naquele tom irônico/melancólico/invejoso característico das manicures)
- Está em casa, ontem ele alugou um jogo e ta lá jogando com os amigos. (assopra as unhas)
A manicure abaixa a vista e finge se concentrar na cutícula, enquanto pensa onde vai ter que buscar seu rapaz. Na mesa do bar, no campeonato de sinuca, ou se espera o telefonema dele às quatro da madrugada.    

Situação nº2: Dos malefícios da intolerância à diversão eletrônica a uma possível relação pré-matrimonial.

Dias atrás, um amigo comentou comigo:

- Cara, você viu aquele vídeo no youtube da mina jogando o PS3 do namorado no chão e martelando depois?
- Tenso – respondi.
- Meu, nunca levantei a mão pra mulher alguma, mas aquela merecia um telefone hein...
- Nem sei, mas se fosse comigo, sairia para comprar um cigarro...
- Você fuma?

Já se imaginou em um futuro próximo, chegando em casa num sábado a tarde e encontrar sua patroa furiosa:

- Amor, não agüento mais. O Júnior não aprende a dar Hadouken de maneira alguma. Cansei. Tente você agora...

Sonha menino, sonha...  =]

sábado, 13 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

OS DEZ MAIORES FIASCOS DOS VIDEO GAMES




OS DEZ MAIORES FIASCOS DOS VIDEO GAMES

Um esclarecimento deve ser feito a respeito desse ranking:
Fiz essa lista pensando em fiascos, grandes tropeços de grandes produtoras. Não é uma lista dos dez piores jogos produzidos. Aliás, esse seria um ranking legal de ser feito, contudo, igualmente difícil de produzir... Putz, como andam produzindo jogos ruins por ai, mas enfim, vamos ao meu Top 10 dos maiores fiascos!

10° Gauntlet _ Legends _ Midway _ 2000_ PSOne

                                                           Que joguinho mais fil.... deixa pra lá.

Gauntlet (Tengen, 1987) é o típico exemplo de uma boa idéia não aproveitada por seus idealizadores. Os caras deram dinheiro pros outros, Gauntlet é, indiscutivelmente, pai de uma série de jogos famosos como Diablo ou Baldur’s Gate. Estava tudo lá, personagens distintos, cada qual com seus prós e seus contras, uns mais rápidos, outros mais fortes, baús com tesouros, labirintos cheios de demônios a espera de lâminas sedentas por sangue, ótima dificuldade, enfim tudo.
                                                             Isso sim foi Gauntlet...

Entretanto, apesar de ter o trunfo do pioneirismo ao seu lado, a Midway conseguiu fazer uma continuação pífia, risível. Gauntlet, Legends, é um jogo de raríssimo mau gosto. Fácil, repetitivo e sem graça.  Nem preciso me alongar mais. No PS2, novamente a Midway tena reerguer a série com Seven Sorrows, outro fracasso. Não me surpreendeu a falência dessa grande produtora. 


9° Super Mario Bros 2 _ Nintendo/1988


Tenho grave queda por refugos (na música, cinema, literatura, jogos...). Devia ter uns dez anos quando joguei Super Mario Bros 2, adorei!
Pooooooorém, SMB2 não vingou nos grandes mercados da época – leia-se Estados Unidos e Japão. A própria história do jogo é um tanto confusa. Após o grande sucesso do primeiro jogo, a Nintendo japonesa adiantou uma versão de SMB2 lançada somente no Japão. Essa versão foi descartada pela Nintendo americana que considerou o jogo muito difícil.
Não satisfeito, o braço americano da Nintendo pegou um jogo que já estava em fase de finalização – Doki Doki Panic -e apenas mudou o layout de seus personagens para os do universo Mario.  Joguei essa versão. É um bom jogo, contudo não vem em minha cabeça como um da série Super Mario Bros. Talvez seja por isso que não agradou, inicialmente, os fãs mais eufóricos da primeira versão do jogo.

Divertido, mas não parece Mario Bros.

Título muito divertido, mas não vingou, pelo menos em seu lançamento.

8º Mortal Kombat _ Todos depois de Mortal Kombat II
            Muitas vezes, o simples é o melhor... Com esse tanto de lutadores, não se aprende a jogar com nenhum...
Não sei como depois de tantos tombos ainda tento me aventurar com Mortal Kombat.  Quem jogou em máquinas sabe o que estou falando. A Midway não podia ter sido mais desleixada quando deixou, sucessivamente, equipes medíocres acabarem com essa franquia. Tudo relacionado à MK depois de MKII é lixo.
Mortal Kombat se desfigurou ao longo do tempo, nada se reconhece ali. Não respeitaram nem comandos elementares do jogo, quiseram inventar demais. Seria o mesmo que a Capcom a cada edição de Street Fighter criar um novo comando para o já vintão Hadouken. Aliás, um dos jogos que mais aproveito online hoje em dia é Super Street Fighter IV, está tudo ali, e nem é nostalgia. O marmanjo que jogou SSF II nos anos 90, rapidamente começa a dar trabalho em SSF IV. A Capcom sempre preservou as características do jogo. Alguns títulos ruins foram lançados paralelamente à franquia, entretanto não são Street Fighter por assim dizer. São Street Fighters Alfa, EX e por ai vai. 
                                         Putz, depois que inventaram essas armas a coisa piorou assustadoramente... 
Dias atrás, na locadora de jogos, minha mão coçou por MK vs DC, quase peguei. Na última hora ponderei e aluguei outro jogo qualquer.

7º Indiana Jones _ Todos os jogos, em todas as plataformas.

                                                           Tudo pra dar certo... mas...

Sempre me pergunto: Por que um dos maiores filmes de aventura da história do cinema nunca teve um jogo à sua altura? Até hoje não sei responder essa questão.

Em todas as plataformas que tive encontrei – ansioso –algum título muito ruim envolvendo o famoso arqueólogo. Nes 8 bits, Nes 16 bits, Nes 64, PSone, PS2, só fiasco. Os jogos horríveis não se restringem às comuns reproduções de filmes nos games, há títulos originais dos videogames que são, da mesma maneira, péssimos.

Lembro de que nos anos 90, quando joguei pela primeira vez “Tomb Raider”, pensei: “Meu, por que nunca fizeram um Indiana nesse molde?”. Lara Croft poderia facilmente ser um cara de meia idade vestindo um chapéu marrom e levar um chicote a tira colo.
Bem, estamos ai na sétima geração de vídeo games, ainda aflitos por um título que faça jus ao maior filme de aventura de todos os tempos.

6º Final Fight _Streetwise_Capcom_2006

                                                            O que fizeram com Final Fight? 
Um dos mais populares e divertidos Beat ‘em Up de todos tempos, no início dos anos 90 Final Fight criava enormes filas de moleques sedentos, ao redor das máquinas, para destruir gangues pelas ruas de Metro City. Sucesso no Snes e nos fliperamas, Final Fight foi referência no gênero, dando luz a vários filhotes como Streets of Rage (concorrente da Sega), Captain Commando, Knights of the Round,entre outros.

                                            Isso sim, era Final Fight... Esses Andores eram uns fdp!!!
A tentativa de um remake no PS2 foi um total desastre, conseguiram pegar um jogo que tinha tudo para ser um bom título e o transformaram em um jogo medíocre. Final Fight Streetwise  é um jogo pra se esquecer. Horrível do começo ao fim, nem mesmo o bônus que era a liberação da versão original do jogo consegue algo aqui, a emulação é desprezível. Nem é preciso dizer mais nada. Decepção para fãs da série em todo o mundo.    


5ºCastlevania_Curse of Darkness e Lament of Innocence_PS2_ Konami 2005/2003

                                                         Uma bela capa... mas só...

Castlevania é irretocável desde seu lançamento no Nes 8 bits, brilhou com grandes jogos no Snes e Mega Drive, para no PSone ver um dos maiores títulos da série, o maravilhoso Symphony of the Night.
                                                                      Saudades...

No entanto, no PS2 a Konami, definitivamente, não acertou em nenhuma empreitada relacionada à série. Tudo bem, Lament of Innocence(2003), para os mais aficionados, até conseguiu prende-los por algumas horas em frente à TV – não tive saco pro jogo, considero-o mediano pra ruim, mas enfim, sempre há quem encontre alguma coisa lá.
Em Curse of Darkness(2005), contudo, nada se aproveita. Fracasso de público e crítica, CoD é repetitivo, chato e desprezível. Um erro grosseiro na história de um gigante como a Konami. Não conseguiu agradar nem mesmo os fãs mais ferrenhos da série.
A Konami acaba de lançar um novo título da série, apesar do excelente gráfico e ação frenética, vamos ver do que se trata. À primeira vista, ví mais um genérico de God of War... Vamos ver no que dá...

4º Contra_Legacy of War e Adventure _PSOne_Konami_1996/1998

                                                               Sequência triste...

Contra sempre foi uma das maiores experiências de ação e shooting da minha vida. Sempre amei a série até o Snes (Contra III é para mim o maior shooting plataforma de todos os tempos) e Mega Drive, com Contra Hard Corps.

                                            Perdi a conta de quantas vezes matei esse escroque...

Porém, quando comprei o primeiro jogo da série no Psone, Legacy of War (1996), minha decepção foi tamanha que não acreditava que “aquilo” levava o nome da franquia da Konami. Dois anos depois, em Contra Adventure (1998), constatei algo triste: Contra estava na UTI. Esse tipo de erro não é permissível para grandes produtoras, principalmente se associados a grandes franquias das mesmas. Essas séries são marcas fortes e deviam ser preservadas de tais escorregões. Mesmo erro de Castlevania, porém mais agudo. 
    
3º Alone in the Dark _ Alone in the Dark _PS2/PC/Wii _Atari _ 2008

                                                                 Alone in the Dark???

Alone in the Dark é o típico exemplo de má administração de uma marca. Precursor irrefutável do gênero Survival Horror que rendeu – e rende – milhões a empresas como Capcom e Konami, com as séries Resident Evil e Silent Hill, AITD, se perdeu – e muito – pelo caminho. Os controles, a perspectiva das câmeras, tudo estava lá, e ainda assim seus criadores não souberam lidar com a manutenção da marca. Por seu caráter pioneiro, Alone in the Dark deveria deter os direitos de inovação e direcionamento do gênero, mas...
                                                     Pai de Resident Evil e Silent Hill

Alone in the Dark, 2008, é, sem exagero, um lixo. Não dá pra jogar, travado, cheio de bugs, enredo pífio, é um jogo pra ficar esquecido nos anais dos vídeo games. A new nightmare, jogo antecessor à Alone in the Dark 2008, mesmo não sendo uma obra prima, ainda dá um fôlego à série, mas a aventura de 2008 provavelmente subjugou a série ao esquecimento, ou pelo menos ao papel de coadjuvante do coadjuvante na sétima geração, lugar que não deveria ocupar pela importância que o jogo tem na história dos jogos de terror. Sad but true.    


2º Silent Hill, 4 The Room_ Konami _ 2004 _ PS2

                                                             Joguinho mais sem vergonha...

Primeiro jogo da série em que não completei todos os finais possíveis. E não foi por falta de tempo, ou por dificuldade exacerbada, o jogo é chato mesmo. A primeira vista, quando Silent Hill surgiu no PSOne, SH parecia um genérico de Resident Evil, entretanto, o jogo se mostrou muito maior que isso.
Excelente enredo, ótima jogabilidade, perturbador, confuso, Silent Hill logo se tornou referência no gênero Survival Horror, mesmo porque ao fim de Resident Evil 1, o jogo da Capcom  já mostrava para o que veio, não era um terror propriamente dito, era um Sci-fi horror, haja visto que aquele amontoado de zumbis não eram fruto de forças do mal – como o Evil  do nome da versão americana sugeria – mas sim crias de experimentos biológicos.

                                                 Atmosfera sombria e muitos sustos... SH1

Silent Hill 4 tem um dos melhores gráficos da sexta geração, sons ótimos,  boa trilha sonora, era um Silent Hill e tinha tudo pra dar certo, entretanto o jogo não empolgou. Em nenhum momento.
SH4 já começa errado por dois pontos: 1º não é ambientado na cidade homônima ao jogo, um novo limbo é criado. 2º É o primeiro jogo em que a equipe criadora da série – do roteiro à programação – não é utilizada.

Mais um erro da Konami, Silent Hill 4 não foi totalmente esculhambado pela crítica, mas também não agradou os fãs da série. Apesar de alguns bons predicados é um jogo enfadonho, não deu aquele “frio na barriga”, marca registrada da série.
   

1º Final Fantasy X2 _Square Enix _ 2003 _ PS2

                                                                  Pra ser esquecido...
Como já comentei acima, existem algumas séries que, de tão magníficas, depois de certo tempo deveriam ser cuidadas com mais esmero por suas produtoras e distribuidoras. Foi o caso de Contra, Castlevania, Silent Hill, Mortal Kombat, Final Fight, Syphon Filter, entre muitas outras que se perderam em si mesmas. Esse tipo de “tesouros das produtoras” deveriam ser tratados com muita atenção e estudo. Muitas vezes, apenas um escorregão pode afundar para sempre uma grande marca, podemos constatar isso não só no mundo dos games, como em quase todos os segmentos comerciais.  
Desde o início da série em 1990, Final Fantasy sempre causou furor entre os fãs quando a Square soltava notas pré-anunciando o lançamento de um novo título. Sempre estive entre esses fãs mais eufóricos, joguei todos os títulos da série, com exceção de FF X2, esse jogo, – confesso – apesar de muito esforço não consegui meeeeeeeeesssmo.
A Square deve ter se esquecido de um importantíssimo detalhe, o grande público de FF envelhecia junto com a série, deixavam de ser pré-adolescentes pra se tornarem adultos. Um dos maiores clássicos de todos os tempos, o magnífico FF VII, é um exemplo disso. Mais maduro e tão envolvente quanto surpreendente, FF VII encantava mais por seu enredo do que pela beleza de seus gráficos ou pela excelente jogabilidade. 

                                                             Clássico com "C" maiúsculo

                        Sephiroth, um dos maiores e mais encantadores vilões dos video games de todos os tempos.    

FF X2 é uma mácula desnecessária na história da série, odeio caça-níqueis, e FF X2 é exatamente isso; um jogo feito às pressas, com uma trama frouxa – grande trunfo de seus antecessores – e tudo mais que poderia ser piorado. Tem um gráfico bacana e só.
O jogo ficou muito infantilizado, com personagens sem carisma. Quando consegui uma nova magia para a protagonista e a vi cantando uma canção irritante para os inimigos, disse a mim mesmo: “Pois é amigo, agora já é demais”. Desliguei o jogo e nunca mais gastei sequer um segundo com aquilo. Até minha irmã que curte RPG’s tentou se aventurar ali, mas logo desistiu e foi jogar Dragon Quest VIII, não poderia ter feito melhor escolha.
Acredito que a Square tenha se dado conta do erro e nos presenteou com o excelente FF XII. Ainda não joguei a 13ª sequência do jogo, mas FF XIII parece estar à altura da série. Nada mais justo por parte da Square, para se desculpar com seu filho mais precioso.







sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Além do Joystick: Dica da Semana: Dead Rising 2

Além do Joystick: Dica da Semana: Dead Rising 2: "Dead Rising 2 Produtora: Blue CastleDistribuidora: CapcomLançamento: Setembro, 2010Gênero: Ação / TerrorClassificação: +18 Ação frenética, z..."

Dica da Semana: Dead Rising 2

Dead Rising 2

Produtora: Blue Castle
Distribuidora: Capcom
Lançamento: Setembro, 2010
Gênero: Ação / Terror
Classificação: +18

Ação frenética, zumbis e sangue, muito sangue...
                      
Nem tinha notado que passara todo o feriado de finados jogando esse título, sugestivo.

Dead Rising 2
Dead Rising 2 é a continuação do jogo homônimo lançado pela Capcom apenas para PC e 360 no ano passado. Produzido pela mesma equipe da série Devil May Cry, o jogo é ambientado na cidade fictícia de Fortune City e o jogador toma posse de Chuck Green, um sobrevivente dos eventos narrados no primeiro jogo da série.
Anos se passaram depois da infestação de zumbis que tomou cena em Dead Rising 1, Chuck Green perdera a esposa nesse ocorrido.  Sua filha, que fora mordida por zumbis, carrega o vírus que pode torná-la uma morta viva e precisa diariamente da dose de um remédio caríssimo, Zombrex, que impede que o vírus se manifeste, transformando-a num zumbi.


Nos anos que se passaram após a primeira infestação, zumbis se tornaram entretenimento em Fortune City. Os mortos vivos são usados em um reality show de gosto duvidoso: Terror is Reality, onde os participantes têm de trucidar zumbis em rede nacional. Apesar de contra vontade, Green participa do show porque vê ali a única maneira de arcar com os altos custos da medicação da filha.

O jogo em si começa logo após uma apresentação de Green no reality show, em um atentado terrorista zumbis são libertados causando uma nova infestação. Green e alguns sobreviventes se abrigam em um bunker onde esperam ajuda militar.  
No abrigo, Chuck vê pela TV que está sendo falsamente acusado de causar o atentado. A partir daí o protagonista entra em uma aventura de horror pelas ruas de Fortune City para provar sua inocência e manter sua filha viva, conseguindo-lhe doses de Zombrex, além de ajudar sobreviventes que encontra pelo caminho.
O enredo do jogo é basicamente esse.

O JOGO

Inicialmente, Dead rising 2 pode lembrar famosos títulos de Hack ‘n’ Slash, como Dinasty Warriors, Devil Kings e Devil May Cry, onde o jogador enfrenta toneladas de hordas inimigas; no entanto o jogo não se restringe a isso.

Nitidamente baseado em jogos Open World DR2 presenteia o jogador com um cronograma interno muito interessante: Greene tem exatamente 72 horas para provar sua inocência, antes que os militares cheguem. Kathy, a filha, precisa de uma dose de Zombrex a cada 24 horas. Essas 72 horas vão passando dentro do jogo, o que força o jogador a escolher prioridades, quem salvar, quais side quests completar.

Esse lance de 72 horas é a sacada do jogo. Pode-se dizer que é praticamente impossível realizar todos os salvamentos e side quests em uma só jogada. Olhar para o relógio do personagem cria certa aflição no jogador que, em todo momento, deve se ater ao imprescindível remédio de Kathy, se não consegui-lo a tempo adeus true end. Apesar do tempo correr dentro do jogo, DR2 não é um jogo linear.
Em Dead Rising 2 praticamente tudo pode se transformar em uma arma, de cadeiras a hambúrgueres, esse é um os pontos altos do jogo. Além do mais, DR2 permite que sejam criadas novas – e mais poderosas – armas através da combinação de dois ou mais itens. O protagonista também evolui ganhando novos movimentos ao longo que vai adquirindo prestigy points, salvando sobreviventes e completando missões.

RESUMINDO...

Dead Rising 2 é um ótimo título pra quem curte ação frenética, terror e a aflição de correr contra o tempo. Dead Rising tem um humor muito bacana, parece que todos os sobreviventes são loucos, o que provém muitas gargalhadas ao longo dos diálogos. DR2 também faz muitas referências a clichês do gênero Splatter horror, como garotas de biquínis, insinuação de lesbianismo, zumbis femininas que atacam o protagonista nitidamente encenando a velha arte da felação e tudo mais.


PONTOS ALTOS:
·         Ação de tirar o fôlego.
·         Grande variedade de armas.
·         Jogo bem humorado, personagens louquíssimos.
·         Alguns side quests, como psicopatas que se encontram ao longo do jogo, oferecem bons desafios ao jogador.
·         A cronologia interna do jogo é demais. Aflitiva, força o jogador a estar sempre correndo pelas ruas de Fortune City.

PONTOS BAIXOS:

·         Loadings um pouco demorados.
·         Os controles não são os melhores.
·         Modo On Line – pelo menos no Brasil – nulo. É difícil encontrar jogadores facilmente, como em Resident Evil 5, ou outros títulos do gênero.

GERAL:

Graficos: 8,5
Som: 8,0
Jogabilidade: 7,5
Overall: 8,0