quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Além do Joystick: A invasão dos genéricos

Além do Joystick: A invasão dos genéricos: "A invasão dos genéricos! 'Preparem-se, estamos sendo invadidos por jogos genéricos! Salvem-se quem puder!' Em todas as mídias isso sem..."

Além do Joystick: Retrospectiva: Os jogos que marcaram 2010 !

Além do Joystick: Retrospectiva: Os jogos que marcaram 2010 !: "Os melhores de 2010 A crítica mundial já grita por ai, Red Dead Redemption é o jogo do ano. Além da produção da Rockstar, alguns belo..."

Retrospectiva: Os jogos que marcaram 2010 !

Os melhores de 2010


A crítica mundial já grita por ai, Red Dead Redemption é o jogo do ano. Além da produção da Rockstar, alguns belos jogos chamaram atenção em 2010, vamos relembrá-los:


Red Dead Redemption
PS3/Xbox 360 _ Rockstar/San Diego _ Maio/2010

Qualquer comentário à essa altura seria redundância. Sucesso de crítica e público, a produção da Rockstar vem com tudo pra se tornar O jogo de 2010.


Heavy Rain
PS3 _ Sony/Quantic Dream _ Fevereiro/2010

Heavy Rain eleva a experiência cinematográfica nos video games ao ponto de deixar muitos estúdios gigantes da sétima arte envergonhados. Obrigatório!

God of War 3
PS3 _ Sony/Santa Monica _ Março/2010

Técnicamente perfeito, porém com aquele gosto de mais do mesmo. Bom jogo, mas está longe de ser o melhor do ano.

Vanquish
PS3/Xbox 360 _ Sega/Platinium Games _ Outubro/2010

Depois de um longo e tenebroso inverno criativo a Sega parece ter acertado o pé com Vanquish. Depois de muito tempo sem uma produção que figurasse entre as melhores de determinado ano a produtora japonesa volta aos holofotes com um jogo de ação frenética, à moda antiga, lembrando "Contra", com muitos chefes e bala pra todo lado.

Bayonetta
Ps3/Xbox 360 _ Sega/Platinium Games _ Janeiro/2010

Junto com "Vanquish", "Bayonetta" vem mostrar ao mundo dos videogames que a Sega está longe de estar morta. Criado pelo mesmo produtor de grandes jogos como "Devil May Cry" e "Okami", Bayonetta impressionou fãs ao redor do mundo com seu belíssimo visual e ação de tirar o fôlego.


Mass Effect 2
PS3/Xbox 360/PC _ Eletronic Arts/Bioware _ Janeiro/2010

Fãs de jogos de tiro se deliciaram com a mistura de Shooting com Role Play em "Mass Effect 2". Sucesso de crítica e público. A versão para PS3 sai em Janeiro/2011.


Outros jogos que figuraram entre os mais falados de 2010:
Halo: Reach (Xbox 360); Super Mario Galaxy 2 (Nintendo Wii); Battlefield: Bad Company (PS3/Xbox 360/PC); Call of Duty: Black Ops (PS3/Xbox 360/PC); Dead Rising 2 (PS3/Xbox 360).

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A invasão dos genéricos

A invasão dos genéricos!

 "Preparem-se, estamos sendo invadidos por jogos genéricos! Salvem-se quem puder!"

Em todas as mídias isso sempre aconteceu, na música, no cinema, na literatura, com os videogames não seria diferente. Se algo vende, vai ser imitado. Contudo, isso está sendo praticado à exaustão.
A sétima geração tem títulos maravilhosos, no entanto está tomada por genéricos, isso é fato (e um saco)! Muitas produtoras, inclusive gigantes como a Konami, ou estão com medo de inovar, ou nos acham com cara de trouxas.
Só de "God of War" podemos listar uma série de jogos, alguns bons, outros tão dispensáveis quanto aquilo que o gato enterra:Conan, Dante's Inferno, Darksiders, Castlevania (não sei como a Konami não fica com vergonha).De "GTA" temos: True Crime, Le Saboteur, etc...
Pois bem, semana passada aluguei God of War III. Posso explicar porque demorei tanto pra jogar o ilustríssimo: joguei tanto a primeira versão do jogo para terminá-lo no God mode que tive uma espécie de "overdose" de GOW. God of War II joguei apenas uma vez, já mandei no hard, acabei e nunca mais joguei. Tinha adquirido uma espécie de alergia à franquia.
De volta à semana passada, decidi matar Zeus de uma vez por todas. Porém, tinha esquecido que tinha platinado "Dante's Inferno" dois meses antes. Joguei GOW III profissionalmente, porque é um daqueles jogos  obrigatórios. Tinha pagado adiantado o aluguel de seis dias, platinei o jogo em três. Indignado, voltei à locadora e pedi para que meu camarada lá trocasse o jogo por outro, porque já tinha debulhado o mesmo.
Camarada: - Po, tá fácil mesmo esse jogo.
Eu: - Pois é, troque por outro ai, velho.
Camarada: - Opa! Cara, leve o "Castlevania", bem melhor.

Trouxe comigo o remake da Konami e fiquei com aquela impressão de que estava jogando o mesmo jogo. Estava em um lugar comum.

No dia posterior um amigo veio me visitar e entrando no meu quarto me perguntou:
- É God of War?
- Não, mas poderia ser.
- Pode crer, parece muito.
"Pô, Konami, até você?" - pensei. 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O retorno da diversão!

                                     O retorno da diversão !

                                                 
Dias atrás li um anúncio sobre o novo grande título da 7ª geração de videogames: “Splatterhouse”.
Dizia assim: “The bloodiest game of the year”. Porra, “o jogo mais sanguinolento do ano” é um pré-requisito pra que eu gaste 200 mangos num jogo?
Que gráficos, som, sangue, Projeto Natal, captura de movimentos que nada! Queremos é diversão antes de tudo!!!
Tenho a leve impressão que grandes produtoras já estão percebendo isso! É um alívio.
Exemplo prático: Não há como não pôr “Castlevania: Symphony of the Night” entre os top 5 do Playstation 1. Fato!
Esse é o lance!
Com a primeira versão do Playstation as produtoras tinham tudo para exaurir a nova tecnologia de então, o 3D; na contramão disso a Konami lançou um dos melhores jogos 2D de todos os tempos. Parece que muitas produtoras se esqueceram que os vídeogames são plataformas de entretenimento. Antes de gráficos maravilhosos, ou novas tecnologias, um jogo deve divertir. Isso não é saudosismo de jogador vintage. (Cá entre nós, que diversão conversar com aquele menino - Milo né? – pode proporcionar? Coisa de “Forever Alone”, demais pra mim).
Joguei Plastation 2 de 2002 a 2008, nesses seis anos joguei mais de 140 jogos e posso afirmar, o PS2 é um dos maiores consoles de todos os tempos. Contudo, o número de jogos ruins excede o de jogos bons. Considero que esse dado se dê pelo fato de muitas produtoras acharem que gráficos legais são uma máxima para boas produções. “Alone in the Dark”, “Ghost Ridder”, “Final Fantasy X-2” são alguns exemplos.
Há quase 3 anos tenho meu PS3, nesse período tenho notado que grande parte dos jogos que me agradaram muito são produções relativamente simples. Mesmo ficando fascinado com algumas empreitadas gigantescas, como “Infamous”, “Dante’s Inferno”, “Dead Space”, os jogos que de fato me prenderam em frente ao console foram “Super Street Fighter IV” e “Modnation Racers”. São as opções mais interessantes de diversão on line hoje, e acho que não estou solitário nesse raciocínio. Esses jogos disponibilizam diversão 24 horas por dia, literalmente. Sempre que conectar teu videogame vais encontrar alguém lá pra jogar contigo.
                                              Super Street Fighter IV: Diversão garantida On Line

O PS 1 e 2, transformaram o videogame numa experiência solitária, os consoles perderam seu caráter de interação social, já não se jogava mais videogames com os amigos todos na sala. Essa é outra pista de que as produtoras estão revendo seus conceitos na 7ª geração, um grande número de títulos mostram isso, são jogos pra jogar com os amigos, aliás, o Wii é totalmente baseado nesse conceito. Parece que as produtoras estão percebendo que tapas nas costas e sarros – ao vivo – fazem parte da diversão que os videogames podem proporcionar.
Li várias resenhas sobre “Pac-Man – Champions edition deluxe”, me impressionou o  selo “editor’s choice” na Gamespot. Nem imagine um gráfico estonteante, nem um som da orquestra filarmônica de Londres. É um “Pac-Man” 2D, frenético e simples, como um Pac-Man deve ser... Ai meu cartão de crédito...
                                                     PacMan_Champion Edition Deluxe

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Será?


Super Street Fighter IV, Pac-Man Champion Edition, Modnation Racers, Braid, Nintendo Wii… Produtoras reaprendendo que, antes de mais nada, videogames são diversão?