O retorno da diversão !
Dias atrás li um anúncio sobre o novo grande título da 7ª geração de videogames: “Splatterhouse”.
Dizia assim: “The bloodiest game of the year”. Porra, “o jogo mais sanguinolento do ano” é um pré-requisito pra que eu gaste 200 mangos num jogo?
Que gráficos, som, sangue, Projeto Natal, captura de movimentos que nada! Queremos é diversão antes de tudo!!!
Tenho a leve impressão que grandes produtoras já estão percebendo isso! É um alívio.
Exemplo prático: Não há como não pôr “Castlevania: Symphony of the Night” entre os top 5 do Playstation 1. Fato!
Esse é o lance!
Com a primeira versão do Playstation as produtoras tinham tudo para exaurir a nova tecnologia de então, o 3D; na contramão disso a Konami lançou um dos melhores jogos 2D de todos os tempos. Parece que muitas produtoras se esqueceram que os vídeogames são plataformas de entretenimento. Antes de gráficos maravilhosos, ou novas tecnologias, um jogo deve divertir. Isso não é saudosismo de jogador vintage. (Cá entre nós, que diversão conversar com aquele menino - Milo né? – pode proporcionar? Coisa de “Forever Alone”, demais pra mim).
Joguei Plastation 2 de 2002 a 2008, nesses seis anos joguei mais de 140 jogos e posso afirmar, o PS2 é um dos maiores consoles de todos os tempos. Contudo, o número de jogos ruins excede o de jogos bons. Considero que esse dado se dê pelo fato de muitas produtoras acharem que gráficos legais são uma máxima para boas produções. “Alone in the Dark”, “Ghost Ridder”, “Final Fantasy X-2” são alguns exemplos.
Há quase 3 anos tenho meu PS3, nesse período tenho notado que grande parte dos jogos que me agradaram muito são produções relativamente simples. Mesmo ficando fascinado com algumas empreitadas gigantescas, como “Infamous”, “Dante’s Inferno”, “Dead Space”, os jogos que de fato me prenderam em frente ao console foram “Super Street Fighter IV” e “Modnation Racers”. São as opções mais interessantes de diversão on line hoje, e acho que não estou solitário nesse raciocínio. Esses jogos disponibilizam diversão 24 horas por dia, literalmente. Sempre que conectar teu videogame vais encontrar alguém lá pra jogar contigo.
Super Street Fighter IV: Diversão garantida On Line O PS 1 e 2, transformaram o videogame numa experiência solitária, os consoles perderam seu caráter de interação social, já não se jogava mais videogames com os amigos todos na sala. Essa é outra pista de que as produtoras estão revendo seus conceitos na 7ª geração, um grande número de títulos mostram isso, são jogos pra jogar com os amigos, aliás, o Wii é totalmente baseado nesse conceito. Parece que as produtoras estão percebendo que tapas nas costas e sarros – ao vivo – fazem parte da diversão que os videogames podem proporcionar.
Li várias resenhas sobre “Pac-Man – Champions edition deluxe”, me impressionou o selo “editor’s choice” na Gamespot. Nem imagine um gráfico estonteante, nem um som da orquestra filarmônica de Londres. É um “Pac-Man” 2D, frenético e simples, como um Pac-Man deve ser... Ai meu cartão de crédito...
PacMan_Champion Edition Deluxe



Sou um grande fã de rpgs, e sinceramente, não vejo mais grandes títulos sendo lançados para essa sétima geração. Talvez essa nova tendência do mercado contribua para que os rpgs percam um pouco da força. Bem dito, no PS1 haviam muitos jogos bons e excelentes de rpg. Final Fantasy 7 é o melhor jogo dessa plataforma disparado, e Chrono Cross, Xenogears, Suikoden, levaram notas máximas na gamespot.
ResponderExcluirAcho q os RPg's estão numa fase de transição, novos elementos estão sendo injetados no gênero... Particularmente, queria ver um genérico de Diablo pra jogar on line!
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