quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Além do Joystick: A invasão dos genéricos

Além do Joystick: A invasão dos genéricos: "A invasão dos genéricos! 'Preparem-se, estamos sendo invadidos por jogos genéricos! Salvem-se quem puder!' Em todas as mídias isso sem..."

Além do Joystick: Retrospectiva: Os jogos que marcaram 2010 !

Além do Joystick: Retrospectiva: Os jogos que marcaram 2010 !: "Os melhores de 2010 A crítica mundial já grita por ai, Red Dead Redemption é o jogo do ano. Além da produção da Rockstar, alguns belo..."

Retrospectiva: Os jogos que marcaram 2010 !

Os melhores de 2010


A crítica mundial já grita por ai, Red Dead Redemption é o jogo do ano. Além da produção da Rockstar, alguns belos jogos chamaram atenção em 2010, vamos relembrá-los:


Red Dead Redemption
PS3/Xbox 360 _ Rockstar/San Diego _ Maio/2010

Qualquer comentário à essa altura seria redundância. Sucesso de crítica e público, a produção da Rockstar vem com tudo pra se tornar O jogo de 2010.


Heavy Rain
PS3 _ Sony/Quantic Dream _ Fevereiro/2010

Heavy Rain eleva a experiência cinematográfica nos video games ao ponto de deixar muitos estúdios gigantes da sétima arte envergonhados. Obrigatório!

God of War 3
PS3 _ Sony/Santa Monica _ Março/2010

Técnicamente perfeito, porém com aquele gosto de mais do mesmo. Bom jogo, mas está longe de ser o melhor do ano.

Vanquish
PS3/Xbox 360 _ Sega/Platinium Games _ Outubro/2010

Depois de um longo e tenebroso inverno criativo a Sega parece ter acertado o pé com Vanquish. Depois de muito tempo sem uma produção que figurasse entre as melhores de determinado ano a produtora japonesa volta aos holofotes com um jogo de ação frenética, à moda antiga, lembrando "Contra", com muitos chefes e bala pra todo lado.

Bayonetta
Ps3/Xbox 360 _ Sega/Platinium Games _ Janeiro/2010

Junto com "Vanquish", "Bayonetta" vem mostrar ao mundo dos videogames que a Sega está longe de estar morta. Criado pelo mesmo produtor de grandes jogos como "Devil May Cry" e "Okami", Bayonetta impressionou fãs ao redor do mundo com seu belíssimo visual e ação de tirar o fôlego.


Mass Effect 2
PS3/Xbox 360/PC _ Eletronic Arts/Bioware _ Janeiro/2010

Fãs de jogos de tiro se deliciaram com a mistura de Shooting com Role Play em "Mass Effect 2". Sucesso de crítica e público. A versão para PS3 sai em Janeiro/2011.


Outros jogos que figuraram entre os mais falados de 2010:
Halo: Reach (Xbox 360); Super Mario Galaxy 2 (Nintendo Wii); Battlefield: Bad Company (PS3/Xbox 360/PC); Call of Duty: Black Ops (PS3/Xbox 360/PC); Dead Rising 2 (PS3/Xbox 360).

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A invasão dos genéricos

A invasão dos genéricos!

 "Preparem-se, estamos sendo invadidos por jogos genéricos! Salvem-se quem puder!"

Em todas as mídias isso sempre aconteceu, na música, no cinema, na literatura, com os videogames não seria diferente. Se algo vende, vai ser imitado. Contudo, isso está sendo praticado à exaustão.
A sétima geração tem títulos maravilhosos, no entanto está tomada por genéricos, isso é fato (e um saco)! Muitas produtoras, inclusive gigantes como a Konami, ou estão com medo de inovar, ou nos acham com cara de trouxas.
Só de "God of War" podemos listar uma série de jogos, alguns bons, outros tão dispensáveis quanto aquilo que o gato enterra:Conan, Dante's Inferno, Darksiders, Castlevania (não sei como a Konami não fica com vergonha).De "GTA" temos: True Crime, Le Saboteur, etc...
Pois bem, semana passada aluguei God of War III. Posso explicar porque demorei tanto pra jogar o ilustríssimo: joguei tanto a primeira versão do jogo para terminá-lo no God mode que tive uma espécie de "overdose" de GOW. God of War II joguei apenas uma vez, já mandei no hard, acabei e nunca mais joguei. Tinha adquirido uma espécie de alergia à franquia.
De volta à semana passada, decidi matar Zeus de uma vez por todas. Porém, tinha esquecido que tinha platinado "Dante's Inferno" dois meses antes. Joguei GOW III profissionalmente, porque é um daqueles jogos  obrigatórios. Tinha pagado adiantado o aluguel de seis dias, platinei o jogo em três. Indignado, voltei à locadora e pedi para que meu camarada lá trocasse o jogo por outro, porque já tinha debulhado o mesmo.
Camarada: - Po, tá fácil mesmo esse jogo.
Eu: - Pois é, troque por outro ai, velho.
Camarada: - Opa! Cara, leve o "Castlevania", bem melhor.

Trouxe comigo o remake da Konami e fiquei com aquela impressão de que estava jogando o mesmo jogo. Estava em um lugar comum.

No dia posterior um amigo veio me visitar e entrando no meu quarto me perguntou:
- É God of War?
- Não, mas poderia ser.
- Pode crer, parece muito.
"Pô, Konami, até você?" - pensei. 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O retorno da diversão!

                                     O retorno da diversão !

                                                 
Dias atrás li um anúncio sobre o novo grande título da 7ª geração de videogames: “Splatterhouse”.
Dizia assim: “The bloodiest game of the year”. Porra, “o jogo mais sanguinolento do ano” é um pré-requisito pra que eu gaste 200 mangos num jogo?
Que gráficos, som, sangue, Projeto Natal, captura de movimentos que nada! Queremos é diversão antes de tudo!!!
Tenho a leve impressão que grandes produtoras já estão percebendo isso! É um alívio.
Exemplo prático: Não há como não pôr “Castlevania: Symphony of the Night” entre os top 5 do Playstation 1. Fato!
Esse é o lance!
Com a primeira versão do Playstation as produtoras tinham tudo para exaurir a nova tecnologia de então, o 3D; na contramão disso a Konami lançou um dos melhores jogos 2D de todos os tempos. Parece que muitas produtoras se esqueceram que os vídeogames são plataformas de entretenimento. Antes de gráficos maravilhosos, ou novas tecnologias, um jogo deve divertir. Isso não é saudosismo de jogador vintage. (Cá entre nós, que diversão conversar com aquele menino - Milo né? – pode proporcionar? Coisa de “Forever Alone”, demais pra mim).
Joguei Plastation 2 de 2002 a 2008, nesses seis anos joguei mais de 140 jogos e posso afirmar, o PS2 é um dos maiores consoles de todos os tempos. Contudo, o número de jogos ruins excede o de jogos bons. Considero que esse dado se dê pelo fato de muitas produtoras acharem que gráficos legais são uma máxima para boas produções. “Alone in the Dark”, “Ghost Ridder”, “Final Fantasy X-2” são alguns exemplos.
Há quase 3 anos tenho meu PS3, nesse período tenho notado que grande parte dos jogos que me agradaram muito são produções relativamente simples. Mesmo ficando fascinado com algumas empreitadas gigantescas, como “Infamous”, “Dante’s Inferno”, “Dead Space”, os jogos que de fato me prenderam em frente ao console foram “Super Street Fighter IV” e “Modnation Racers”. São as opções mais interessantes de diversão on line hoje, e acho que não estou solitário nesse raciocínio. Esses jogos disponibilizam diversão 24 horas por dia, literalmente. Sempre que conectar teu videogame vais encontrar alguém lá pra jogar contigo.
                                              Super Street Fighter IV: Diversão garantida On Line

O PS 1 e 2, transformaram o videogame numa experiência solitária, os consoles perderam seu caráter de interação social, já não se jogava mais videogames com os amigos todos na sala. Essa é outra pista de que as produtoras estão revendo seus conceitos na 7ª geração, um grande número de títulos mostram isso, são jogos pra jogar com os amigos, aliás, o Wii é totalmente baseado nesse conceito. Parece que as produtoras estão percebendo que tapas nas costas e sarros – ao vivo – fazem parte da diversão que os videogames podem proporcionar.
Li várias resenhas sobre “Pac-Man – Champions edition deluxe”, me impressionou o  selo “editor’s choice” na Gamespot. Nem imagine um gráfico estonteante, nem um som da orquestra filarmônica de Londres. É um “Pac-Man” 2D, frenético e simples, como um Pac-Man deve ser... Ai meu cartão de crédito...
                                                     PacMan_Champion Edition Deluxe

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Será?


Super Street Fighter IV, Pac-Man Champion Edition, Modnation Racers, Braid, Nintendo Wii… Produtoras reaprendendo que, antes de mais nada, videogames são diversão?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Namoradas X Videogames II – A missão, o retorno e a reconquista.

Namoradas X Videogames II – A missão, o retorno e a reconquista.

As namoradas também têm tantos botões pra se apertar. Ah, se houvesse um manual explicando como utilizar todos esses recursos... Ou talvez não. Mas enfim:   
Parafraseando Vanessa da Mata: “Ai, ai, ai, ai... Ai, ai, ai, ai, ai, ai...”. 
We like it, like it, like it!




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Namoradas X Videogames

                      NAMORADAS X VIDEOGAMES



Antes de qualquer coisa, uma verdade deve ser revelada: Garotas que curtem videogames são demaisssssssssssssss! Que atire a primeira pedra quem nunca imaginou uma sacanagenzinha sequer com a Chun-li, ou Lara Croft.

Ou melhor, quem nunca imaginou a própria namorada chegando à sala e dizendo:

- Porra! Não acredito que você comprou esse Ibrahimovic! Aff... Tem jogador muito mais barato por ai, dava pra ter comprado dois, nosso time tá sem volante... Vai, dá restart e põe cooperativo ae....

Ou:
- Nossa, essa espada é um lixo. Você tinha que ter feito o upgrade naquela lança. Não me diga que não completou aquele sidequest, por favor...

Ou, melhor:
- Ai, amor, Homem de Ferro 9? Deve ser tão chato. Alugue God of War 12...

Ao invés de:

- Ai, larga esse controle, a gente não ia assistir Comer, rezar, amar hoje?


Garotas deveriam saber – top secret do Clube do Bolinha – sobre aquele velho segredo da conquista:

1 ( A Comparável)
- Então mano, dei uns pegas naquela loira da pedago, show hein...
- Ela tem carro?
- Não.
- Pode crer...

2 (A falta alguma coisa)
- Velho, aquela japinha da veterinária só tem a cara de besta anh... Domina a velha arte do põe, põe, põe fazendo enlouquecer que é uma beleza.
- Mesmo (Desdenho)?  Então, você viu o Palmeiras ontem, fiasco hein?
- Pode crer, foi mesmo, você viu o...

3 (A pertinente)
- Ow Cabral, lembra aquela mina que foi lá em casa ontem?
- Opa.
- Então, viu o PS3 lá e pediu pra tirar uma no Street  IV.
- Tá zuando!?
- Zuando? Joga muuuuuito com a Cammy...
- O doido!!! Você pediu ela casamento, né?
- Ainda não, mas já convidei pra assistir aquele filme com a Cameron Dias amanhã.
- Pode crer...
(Um terceiro amigo entra conversa)
- Cara, ano passado conheci uma bichete de Jornalismo que adorava World of Warcraft, nem acredito que dei mancada... era minha tampa. =/

Boa ação do dia: Garotas – acreditem - querem conquistar aquele menino descoladinho? Finjam gostar/conhecer algum jogo under no universo das garotas, tipo Diablo, Silent Hill, é batata! Façam o teste. (Isso também funciona com bandas descoladas, autores sujos, gibis adultos, mas isso já é papo pra outra crônica).  

Nunca compreendi porque namoradas se estressam tanto com os videogames, sendo que estes são seus maiores aliados.

Situação nº 1: Dos benefícios dos jogos eletrônicos à relação pré-matrimonial.

Na conversa de Sábado com a manicure:

- Mas e ai, dona Carla, com anda o namoro? (lixa a unha)
- Estamos bem.
- Mesmo? Duvido que saiba onde ele está agora. (naquele tom irônico/melancólico/invejoso característico das manicures)
- Está em casa, ontem ele alugou um jogo e ta lá jogando com os amigos. (assopra as unhas)
A manicure abaixa a vista e finge se concentrar na cutícula, enquanto pensa onde vai ter que buscar seu rapaz. Na mesa do bar, no campeonato de sinuca, ou se espera o telefonema dele às quatro da madrugada.    

Situação nº2: Dos malefícios da intolerância à diversão eletrônica a uma possível relação pré-matrimonial.

Dias atrás, um amigo comentou comigo:

- Cara, você viu aquele vídeo no youtube da mina jogando o PS3 do namorado no chão e martelando depois?
- Tenso – respondi.
- Meu, nunca levantei a mão pra mulher alguma, mas aquela merecia um telefone hein...
- Nem sei, mas se fosse comigo, sairia para comprar um cigarro...
- Você fuma?

Já se imaginou em um futuro próximo, chegando em casa num sábado a tarde e encontrar sua patroa furiosa:

- Amor, não agüento mais. O Júnior não aprende a dar Hadouken de maneira alguma. Cansei. Tente você agora...

Sonha menino, sonha...  =]

sábado, 13 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

OS DEZ MAIORES FIASCOS DOS VIDEO GAMES




OS DEZ MAIORES FIASCOS DOS VIDEO GAMES

Um esclarecimento deve ser feito a respeito desse ranking:
Fiz essa lista pensando em fiascos, grandes tropeços de grandes produtoras. Não é uma lista dos dez piores jogos produzidos. Aliás, esse seria um ranking legal de ser feito, contudo, igualmente difícil de produzir... Putz, como andam produzindo jogos ruins por ai, mas enfim, vamos ao meu Top 10 dos maiores fiascos!

10° Gauntlet _ Legends _ Midway _ 2000_ PSOne

                                                           Que joguinho mais fil.... deixa pra lá.

Gauntlet (Tengen, 1987) é o típico exemplo de uma boa idéia não aproveitada por seus idealizadores. Os caras deram dinheiro pros outros, Gauntlet é, indiscutivelmente, pai de uma série de jogos famosos como Diablo ou Baldur’s Gate. Estava tudo lá, personagens distintos, cada qual com seus prós e seus contras, uns mais rápidos, outros mais fortes, baús com tesouros, labirintos cheios de demônios a espera de lâminas sedentas por sangue, ótima dificuldade, enfim tudo.
                                                             Isso sim foi Gauntlet...

Entretanto, apesar de ter o trunfo do pioneirismo ao seu lado, a Midway conseguiu fazer uma continuação pífia, risível. Gauntlet, Legends, é um jogo de raríssimo mau gosto. Fácil, repetitivo e sem graça.  Nem preciso me alongar mais. No PS2, novamente a Midway tena reerguer a série com Seven Sorrows, outro fracasso. Não me surpreendeu a falência dessa grande produtora. 


9° Super Mario Bros 2 _ Nintendo/1988


Tenho grave queda por refugos (na música, cinema, literatura, jogos...). Devia ter uns dez anos quando joguei Super Mario Bros 2, adorei!
Pooooooorém, SMB2 não vingou nos grandes mercados da época – leia-se Estados Unidos e Japão. A própria história do jogo é um tanto confusa. Após o grande sucesso do primeiro jogo, a Nintendo japonesa adiantou uma versão de SMB2 lançada somente no Japão. Essa versão foi descartada pela Nintendo americana que considerou o jogo muito difícil.
Não satisfeito, o braço americano da Nintendo pegou um jogo que já estava em fase de finalização – Doki Doki Panic -e apenas mudou o layout de seus personagens para os do universo Mario.  Joguei essa versão. É um bom jogo, contudo não vem em minha cabeça como um da série Super Mario Bros. Talvez seja por isso que não agradou, inicialmente, os fãs mais eufóricos da primeira versão do jogo.

Divertido, mas não parece Mario Bros.

Título muito divertido, mas não vingou, pelo menos em seu lançamento.

8º Mortal Kombat _ Todos depois de Mortal Kombat II
            Muitas vezes, o simples é o melhor... Com esse tanto de lutadores, não se aprende a jogar com nenhum...
Não sei como depois de tantos tombos ainda tento me aventurar com Mortal Kombat.  Quem jogou em máquinas sabe o que estou falando. A Midway não podia ter sido mais desleixada quando deixou, sucessivamente, equipes medíocres acabarem com essa franquia. Tudo relacionado à MK depois de MKII é lixo.
Mortal Kombat se desfigurou ao longo do tempo, nada se reconhece ali. Não respeitaram nem comandos elementares do jogo, quiseram inventar demais. Seria o mesmo que a Capcom a cada edição de Street Fighter criar um novo comando para o já vintão Hadouken. Aliás, um dos jogos que mais aproveito online hoje em dia é Super Street Fighter IV, está tudo ali, e nem é nostalgia. O marmanjo que jogou SSF II nos anos 90, rapidamente começa a dar trabalho em SSF IV. A Capcom sempre preservou as características do jogo. Alguns títulos ruins foram lançados paralelamente à franquia, entretanto não são Street Fighter por assim dizer. São Street Fighters Alfa, EX e por ai vai. 
                                         Putz, depois que inventaram essas armas a coisa piorou assustadoramente... 
Dias atrás, na locadora de jogos, minha mão coçou por MK vs DC, quase peguei. Na última hora ponderei e aluguei outro jogo qualquer.

7º Indiana Jones _ Todos os jogos, em todas as plataformas.

                                                           Tudo pra dar certo... mas...

Sempre me pergunto: Por que um dos maiores filmes de aventura da história do cinema nunca teve um jogo à sua altura? Até hoje não sei responder essa questão.

Em todas as plataformas que tive encontrei – ansioso –algum título muito ruim envolvendo o famoso arqueólogo. Nes 8 bits, Nes 16 bits, Nes 64, PSone, PS2, só fiasco. Os jogos horríveis não se restringem às comuns reproduções de filmes nos games, há títulos originais dos videogames que são, da mesma maneira, péssimos.

Lembro de que nos anos 90, quando joguei pela primeira vez “Tomb Raider”, pensei: “Meu, por que nunca fizeram um Indiana nesse molde?”. Lara Croft poderia facilmente ser um cara de meia idade vestindo um chapéu marrom e levar um chicote a tira colo.
Bem, estamos ai na sétima geração de vídeo games, ainda aflitos por um título que faça jus ao maior filme de aventura de todos os tempos.

6º Final Fight _Streetwise_Capcom_2006

                                                            O que fizeram com Final Fight? 
Um dos mais populares e divertidos Beat ‘em Up de todos tempos, no início dos anos 90 Final Fight criava enormes filas de moleques sedentos, ao redor das máquinas, para destruir gangues pelas ruas de Metro City. Sucesso no Snes e nos fliperamas, Final Fight foi referência no gênero, dando luz a vários filhotes como Streets of Rage (concorrente da Sega), Captain Commando, Knights of the Round,entre outros.

                                            Isso sim, era Final Fight... Esses Andores eram uns fdp!!!
A tentativa de um remake no PS2 foi um total desastre, conseguiram pegar um jogo que tinha tudo para ser um bom título e o transformaram em um jogo medíocre. Final Fight Streetwise  é um jogo pra se esquecer. Horrível do começo ao fim, nem mesmo o bônus que era a liberação da versão original do jogo consegue algo aqui, a emulação é desprezível. Nem é preciso dizer mais nada. Decepção para fãs da série em todo o mundo.    


5ºCastlevania_Curse of Darkness e Lament of Innocence_PS2_ Konami 2005/2003

                                                         Uma bela capa... mas só...

Castlevania é irretocável desde seu lançamento no Nes 8 bits, brilhou com grandes jogos no Snes e Mega Drive, para no PSone ver um dos maiores títulos da série, o maravilhoso Symphony of the Night.
                                                                      Saudades...

No entanto, no PS2 a Konami, definitivamente, não acertou em nenhuma empreitada relacionada à série. Tudo bem, Lament of Innocence(2003), para os mais aficionados, até conseguiu prende-los por algumas horas em frente à TV – não tive saco pro jogo, considero-o mediano pra ruim, mas enfim, sempre há quem encontre alguma coisa lá.
Em Curse of Darkness(2005), contudo, nada se aproveita. Fracasso de público e crítica, CoD é repetitivo, chato e desprezível. Um erro grosseiro na história de um gigante como a Konami. Não conseguiu agradar nem mesmo os fãs mais ferrenhos da série.
A Konami acaba de lançar um novo título da série, apesar do excelente gráfico e ação frenética, vamos ver do que se trata. À primeira vista, ví mais um genérico de God of War... Vamos ver no que dá...

4º Contra_Legacy of War e Adventure _PSOne_Konami_1996/1998

                                                               Sequência triste...

Contra sempre foi uma das maiores experiências de ação e shooting da minha vida. Sempre amei a série até o Snes (Contra III é para mim o maior shooting plataforma de todos os tempos) e Mega Drive, com Contra Hard Corps.

                                            Perdi a conta de quantas vezes matei esse escroque...

Porém, quando comprei o primeiro jogo da série no Psone, Legacy of War (1996), minha decepção foi tamanha que não acreditava que “aquilo” levava o nome da franquia da Konami. Dois anos depois, em Contra Adventure (1998), constatei algo triste: Contra estava na UTI. Esse tipo de erro não é permissível para grandes produtoras, principalmente se associados a grandes franquias das mesmas. Essas séries são marcas fortes e deviam ser preservadas de tais escorregões. Mesmo erro de Castlevania, porém mais agudo. 
    
3º Alone in the Dark _ Alone in the Dark _PS2/PC/Wii _Atari _ 2008

                                                                 Alone in the Dark???

Alone in the Dark é o típico exemplo de má administração de uma marca. Precursor irrefutável do gênero Survival Horror que rendeu – e rende – milhões a empresas como Capcom e Konami, com as séries Resident Evil e Silent Hill, AITD, se perdeu – e muito – pelo caminho. Os controles, a perspectiva das câmeras, tudo estava lá, e ainda assim seus criadores não souberam lidar com a manutenção da marca. Por seu caráter pioneiro, Alone in the Dark deveria deter os direitos de inovação e direcionamento do gênero, mas...
                                                     Pai de Resident Evil e Silent Hill

Alone in the Dark, 2008, é, sem exagero, um lixo. Não dá pra jogar, travado, cheio de bugs, enredo pífio, é um jogo pra ficar esquecido nos anais dos vídeo games. A new nightmare, jogo antecessor à Alone in the Dark 2008, mesmo não sendo uma obra prima, ainda dá um fôlego à série, mas a aventura de 2008 provavelmente subjugou a série ao esquecimento, ou pelo menos ao papel de coadjuvante do coadjuvante na sétima geração, lugar que não deveria ocupar pela importância que o jogo tem na história dos jogos de terror. Sad but true.    


2º Silent Hill, 4 The Room_ Konami _ 2004 _ PS2

                                                             Joguinho mais sem vergonha...

Primeiro jogo da série em que não completei todos os finais possíveis. E não foi por falta de tempo, ou por dificuldade exacerbada, o jogo é chato mesmo. A primeira vista, quando Silent Hill surgiu no PSOne, SH parecia um genérico de Resident Evil, entretanto, o jogo se mostrou muito maior que isso.
Excelente enredo, ótima jogabilidade, perturbador, confuso, Silent Hill logo se tornou referência no gênero Survival Horror, mesmo porque ao fim de Resident Evil 1, o jogo da Capcom  já mostrava para o que veio, não era um terror propriamente dito, era um Sci-fi horror, haja visto que aquele amontoado de zumbis não eram fruto de forças do mal – como o Evil  do nome da versão americana sugeria – mas sim crias de experimentos biológicos.

                                                 Atmosfera sombria e muitos sustos... SH1

Silent Hill 4 tem um dos melhores gráficos da sexta geração, sons ótimos,  boa trilha sonora, era um Silent Hill e tinha tudo pra dar certo, entretanto o jogo não empolgou. Em nenhum momento.
SH4 já começa errado por dois pontos: 1º não é ambientado na cidade homônima ao jogo, um novo limbo é criado. 2º É o primeiro jogo em que a equipe criadora da série – do roteiro à programação – não é utilizada.

Mais um erro da Konami, Silent Hill 4 não foi totalmente esculhambado pela crítica, mas também não agradou os fãs da série. Apesar de alguns bons predicados é um jogo enfadonho, não deu aquele “frio na barriga”, marca registrada da série.
   

1º Final Fantasy X2 _Square Enix _ 2003 _ PS2

                                                                  Pra ser esquecido...
Como já comentei acima, existem algumas séries que, de tão magníficas, depois de certo tempo deveriam ser cuidadas com mais esmero por suas produtoras e distribuidoras. Foi o caso de Contra, Castlevania, Silent Hill, Mortal Kombat, Final Fight, Syphon Filter, entre muitas outras que se perderam em si mesmas. Esse tipo de “tesouros das produtoras” deveriam ser tratados com muita atenção e estudo. Muitas vezes, apenas um escorregão pode afundar para sempre uma grande marca, podemos constatar isso não só no mundo dos games, como em quase todos os segmentos comerciais.  
Desde o início da série em 1990, Final Fantasy sempre causou furor entre os fãs quando a Square soltava notas pré-anunciando o lançamento de um novo título. Sempre estive entre esses fãs mais eufóricos, joguei todos os títulos da série, com exceção de FF X2, esse jogo, – confesso – apesar de muito esforço não consegui meeeeeeeeesssmo.
A Square deve ter se esquecido de um importantíssimo detalhe, o grande público de FF envelhecia junto com a série, deixavam de ser pré-adolescentes pra se tornarem adultos. Um dos maiores clássicos de todos os tempos, o magnífico FF VII, é um exemplo disso. Mais maduro e tão envolvente quanto surpreendente, FF VII encantava mais por seu enredo do que pela beleza de seus gráficos ou pela excelente jogabilidade. 

                                                             Clássico com "C" maiúsculo

                        Sephiroth, um dos maiores e mais encantadores vilões dos video games de todos os tempos.    

FF X2 é uma mácula desnecessária na história da série, odeio caça-níqueis, e FF X2 é exatamente isso; um jogo feito às pressas, com uma trama frouxa – grande trunfo de seus antecessores – e tudo mais que poderia ser piorado. Tem um gráfico bacana e só.
O jogo ficou muito infantilizado, com personagens sem carisma. Quando consegui uma nova magia para a protagonista e a vi cantando uma canção irritante para os inimigos, disse a mim mesmo: “Pois é amigo, agora já é demais”. Desliguei o jogo e nunca mais gastei sequer um segundo com aquilo. Até minha irmã que curte RPG’s tentou se aventurar ali, mas logo desistiu e foi jogar Dragon Quest VIII, não poderia ter feito melhor escolha.
Acredito que a Square tenha se dado conta do erro e nos presenteou com o excelente FF XII. Ainda não joguei a 13ª sequência do jogo, mas FF XIII parece estar à altura da série. Nada mais justo por parte da Square, para se desculpar com seu filho mais precioso.







sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Além do Joystick: Dica da Semana: Dead Rising 2

Além do Joystick: Dica da Semana: Dead Rising 2: "Dead Rising 2 Produtora: Blue CastleDistribuidora: CapcomLançamento: Setembro, 2010Gênero: Ação / TerrorClassificação: +18 Ação frenética, z..."

Dica da Semana: Dead Rising 2

Dead Rising 2

Produtora: Blue Castle
Distribuidora: Capcom
Lançamento: Setembro, 2010
Gênero: Ação / Terror
Classificação: +18

Ação frenética, zumbis e sangue, muito sangue...
                      
Nem tinha notado que passara todo o feriado de finados jogando esse título, sugestivo.

Dead Rising 2
Dead Rising 2 é a continuação do jogo homônimo lançado pela Capcom apenas para PC e 360 no ano passado. Produzido pela mesma equipe da série Devil May Cry, o jogo é ambientado na cidade fictícia de Fortune City e o jogador toma posse de Chuck Green, um sobrevivente dos eventos narrados no primeiro jogo da série.
Anos se passaram depois da infestação de zumbis que tomou cena em Dead Rising 1, Chuck Green perdera a esposa nesse ocorrido.  Sua filha, que fora mordida por zumbis, carrega o vírus que pode torná-la uma morta viva e precisa diariamente da dose de um remédio caríssimo, Zombrex, que impede que o vírus se manifeste, transformando-a num zumbi.


Nos anos que se passaram após a primeira infestação, zumbis se tornaram entretenimento em Fortune City. Os mortos vivos são usados em um reality show de gosto duvidoso: Terror is Reality, onde os participantes têm de trucidar zumbis em rede nacional. Apesar de contra vontade, Green participa do show porque vê ali a única maneira de arcar com os altos custos da medicação da filha.

O jogo em si começa logo após uma apresentação de Green no reality show, em um atentado terrorista zumbis são libertados causando uma nova infestação. Green e alguns sobreviventes se abrigam em um bunker onde esperam ajuda militar.  
No abrigo, Chuck vê pela TV que está sendo falsamente acusado de causar o atentado. A partir daí o protagonista entra em uma aventura de horror pelas ruas de Fortune City para provar sua inocência e manter sua filha viva, conseguindo-lhe doses de Zombrex, além de ajudar sobreviventes que encontra pelo caminho.
O enredo do jogo é basicamente esse.

O JOGO

Inicialmente, Dead rising 2 pode lembrar famosos títulos de Hack ‘n’ Slash, como Dinasty Warriors, Devil Kings e Devil May Cry, onde o jogador enfrenta toneladas de hordas inimigas; no entanto o jogo não se restringe a isso.

Nitidamente baseado em jogos Open World DR2 presenteia o jogador com um cronograma interno muito interessante: Greene tem exatamente 72 horas para provar sua inocência, antes que os militares cheguem. Kathy, a filha, precisa de uma dose de Zombrex a cada 24 horas. Essas 72 horas vão passando dentro do jogo, o que força o jogador a escolher prioridades, quem salvar, quais side quests completar.

Esse lance de 72 horas é a sacada do jogo. Pode-se dizer que é praticamente impossível realizar todos os salvamentos e side quests em uma só jogada. Olhar para o relógio do personagem cria certa aflição no jogador que, em todo momento, deve se ater ao imprescindível remédio de Kathy, se não consegui-lo a tempo adeus true end. Apesar do tempo correr dentro do jogo, DR2 não é um jogo linear.
Em Dead Rising 2 praticamente tudo pode se transformar em uma arma, de cadeiras a hambúrgueres, esse é um os pontos altos do jogo. Além do mais, DR2 permite que sejam criadas novas – e mais poderosas – armas através da combinação de dois ou mais itens. O protagonista também evolui ganhando novos movimentos ao longo que vai adquirindo prestigy points, salvando sobreviventes e completando missões.

RESUMINDO...

Dead Rising 2 é um ótimo título pra quem curte ação frenética, terror e a aflição de correr contra o tempo. Dead Rising tem um humor muito bacana, parece que todos os sobreviventes são loucos, o que provém muitas gargalhadas ao longo dos diálogos. DR2 também faz muitas referências a clichês do gênero Splatter horror, como garotas de biquínis, insinuação de lesbianismo, zumbis femininas que atacam o protagonista nitidamente encenando a velha arte da felação e tudo mais.


PONTOS ALTOS:
·         Ação de tirar o fôlego.
·         Grande variedade de armas.
·         Jogo bem humorado, personagens louquíssimos.
·         Alguns side quests, como psicopatas que se encontram ao longo do jogo, oferecem bons desafios ao jogador.
·         A cronologia interna do jogo é demais. Aflitiva, força o jogador a estar sempre correndo pelas ruas de Fortune City.

PONTOS BAIXOS:

·         Loadings um pouco demorados.
·         Os controles não são os melhores.
·         Modo On Line – pelo menos no Brasil – nulo. É difícil encontrar jogadores facilmente, como em Resident Evil 5, ou outros títulos do gênero.

GERAL:

Graficos: 8,5
Som: 8,0
Jogabilidade: 7,5
Overall: 8,0

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sony e o preconceito com o Brasil.

Porra, morro de raiva quando abro revistas como a Playboy, todo mês, e leio resenhas bacanas sobre jogos para download na Playstation Store e leio que esse serviço não está disponibilizado para minha região, quando acesso o serviço através do browser provido pela empresa japonesa. Essa revolta minha vem desde Street Fighter IV. Jogando on line sempre ficava puto ao ver jogadores com bandeiras de países periféricos da Europa, (sem um puto para gastar) como Portugal e Grécia em seus perfis e ao lado do meu nick ver uma bandeira com o logo de SF IV. 

Há tempos leio artigos que confirmam que o Brasil está, desde o PSOne, entre os cinco maiores consumidores de videogames do mundo. Nada mais justo para um país em ascensão econômica e com um PIB muito maior que vários países pomposos que estão na mais profunda fossa.

                                                      Playstation Store pra brasileiros já!!!


Tudo bem, é compreensível que a taxa tributária aplicada à tecnologia de entretenimento em nosso país é - não diferente de outros segmentos comerciais - no mínimo, esdrúxula. No entanto, contamos com serviços de cartões de crédito aqui também! Assim sendo, mesmo pagamos mais de 650 dólares em média para adquirir uma plataforma de última geração, (nos States a mesma sai por 200 dólares), continuamos entre os cinco países que mais compram esses consoles, então, por que não nos dar um voto de confiança? 

Tudo bem, nas empreitadas anteriores da Sony, os brasileiros ficavam atrás apenas de Estados Unidos e Japão no número de consoles comprados, mas, em virtude da pirataria, ficávamos entre os países que menos compravam mídias originais. Justificável até ai; porém, com o advento tecnológico do Blue Ray utilizado no PS3, os brasileiros começaram a comprar essas mídias - Simples, ou compram ou continuariam jogando uma plataforma de 10 anos atrás, haja visto que o console não aceita produto pirata, e mesmo que o fizesse, como o Xbox 360, perderia suas funções on line, o grande diferencial dessa geração de video games.

Não conheço ninguém - a não ser eu - que tenha um Playstation 3 e não tenha um Winning Eleven ao lado do console - ou Pro Evolution, se preferirem. Quero queimar no inferno por sete gerações se não estamos no top 10 dos consumidores de produtoras como a Konami, Capcom e Square. Tal como estamos nos serviços de empresas como o Megaupload e Rapidshare. 

Desculpe minha arrogância patriótica, mas não vou colocar ao lado do meu nick brasileiríssimo (cadaver cannibal) uma bandeira dos EUA ou de Portugal só pra poder adquirir um pacote de roupas extras de Street Fighter IV - que eu queria muito! Caralho! Os caras estão subestimando o poder de compra da classe média brasileira, não somos o Peru, ou a Colômbia, com todo o respeito. Se eu não tiver 20 pilas no cartão para tal - ou 12 dólares - vou virar bebum de beira de esquina, pelo menos não pago tributos descontados em folha!

Fica ai meu meu desabafo raivoso - mesmo que silencioso nesse blog inóspito. Queria muito que não fosse um sentimento só meu... 

   

Além do Joystick: Dica da Semana: Modnation Racers

Além do Joystick: Dica da Semana: Modnation Racers: "Modnation Racers Lançamento: 25/05/2010 Produção: United Front Games + SCEA Classificação: Livre Lançado na primeira metade desse ano pela..."

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Fetiches Nerd... Sim, nós também praticamos a velha arte do põe, põe, põe... Fazendo enlouquecer!

Imagine só...


Ai, Ai, Ai, Ai, Ai , Ai, Ai, Ai, Ai, como diria Vanessa da Mata...


Dica da Semana: Modnation Racers

Modnation Racers

Lançamento: 25/05/2010
Produção: United Front Games + SCEA
Classificação: Livre

Lançado na primeira metade desse ano pela Sony eUnited Front, Modnation Racers é um jogo de corrida que prima pela diversão acima de tudo. Apesar de parecer um jogo voltado para o público infantil, Modnation não se restringe a esse público, agrada jovens e adultos com a mesma intensidade.

De maneira geral, Modnation Racers não é uma produção que tenta ser o supra sumo da originalidade. Pelo contrário, o jogo é uma reprodução - muuuuuuuuuuito - melhorada de clássicos como Mario Kart e Rock 'n' Roll Racing.

Lendo o parágrafo acima você pode pensar em pormenorizar o jogo, NÃO FAÇA ISSO!!! Modnation Racers é, de longe, um dos títulos mais divertidos lançados para o PS3 esse ano. Coisa rara na sétima geração de video games, o game faz milagre com o simples, a jogabiliade é facílima e igualmente bacana. Basicamente acelerar, atirar projéteis em inimigos que estão à sua frente e deixar minas para os inimigos que estão atrás de você.



Já falei sobre os lugares comuns do jogo, pois bem, vamos aos seus diferenciais:

Mod é nitidamente uma referência à modification - tal como aqueles caras que implantam pequenos chifres subcutâneos modificando sua aparência original, particulrmente, acho muito mais agradável fazer isso numa plataforma de videogames.

Por incrível que pareça, a customização é um dos pontos altos do jogo, e você pode se pegar gastando mais tempo construindo um veículo, ou um personagem, do que jogando o jogo propriamente dito.



O jogador tem a liberdade de criar praticamente tudo no jogo, personagens, pistas e veículos, tudo isso através de ferramentas inteligentes e fáceis de lidar - eu mesmo recriei figuras como Nietszche e heróis da velha guarda como Space Ghost e Phantom.

O mais legal é que o jogador pode upar qualquer criação sua e disponibiliza-la para downloads - qualquer um morre de inveja ao ver Mods com mais de 1 milhão de Downloads que ficam expostos mundialmente no Mod Spot.


Mod Spot é, basicamente, um ponto de encontro mundial de jogadores, onde pode-se observar os Mods, pistas e veículos mais baixados da semana, além de proporcionar um bate papo muito bacana entre os visitantes que ali estão. (Se você cruzar com uma rodinha de karts por ali, pode se aproximar e curtir um bate papo multicultural a qualquer momento, se você possui um mic da sony e dominar um inglezinho básico, melhor ainda).

Vamos à uma análise numérica do jogo:


Classificação Geral:

Gráficos: 8,0
Som: 7,0
Jogabilidade: 9,5
Diversão: 9,5
Geral: 9,0

PONTOS ALTOS:

* Excelente jogabilidade. Simples e divertida. (Meia hora pra jogadores mais experientes é suficiente para disputar posições de podium).
* Ótimo trabalho de cutomização, o jogador pode criar pistas, veículos e Mods da maneira que quiser.
* Excelentíssimo modo on line. Salas sempre cheias a qualquer hora do dia. Mod spot igualmente lotado o dia todo.
* No modo on line não há grandes possibilidades para se aproveitar de glitches, ou seja, não há como viciadinhos ficarem "apelando" no jogo. Esse, por incrível que pareça, é uma das coisas mais bacanas do jogo. Em salas com 12 jogadores o "chicote estrala" proporcionando grandes reviravoltas. Resumindo, você pode estar em 6º lugar faltando pouco pro fim de uma corrida e os caras da frente se destruirem lá e você cruzar a linha de chegada em 1º.
* Modnation Racers proporciona uma excelente transmissão de voz on line - ao contrário de jogos como Street Fighter IV ou Resident Evil 5.
* Ótimo controle de conteúdo impróprio - para quem tem crianças em casa.

PONTOS FRACOS:

* Para apressadinhos, os loads do jog podem causar certo incômodo, contudo não é nada que diminua o jogo.
* Existem alguns tasks duros de serem completados no modo career para liberar texturas e adornos para a customização ao longo do jogo.

Resumindo:

De maneira geral, Modnation Racers é diversão garantida, daquela do tipo churrasco com amigos, regado a cerveja e gargalhadas. Se for alugar o jogo, faça-o com crédito em seu cartão, muito provavelmente irá comprar o jogo ao devolve-lo. Faça o teste!